BTTdaVinha

Nucleo ACDS da Freguesia de Vinha da Rainha
 
InícioInício  PortalPortal  CalendárioCalendário  GaleriaGaleria  FAQFAQ  BuscarBuscar  Registrar-seRegistrar-se  Conectar-seConectar-se  

Compartilhe | 
 

 AS BICICLETAS: OS SEUS COMPONENTES E CONCEITOS

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo 
AutorMensagem
Paulo



Número de Mensagens : 57
Data de inscrição : 16/03/2008

MensagemAssunto: AS BICICLETAS: OS SEUS COMPONENTES E CONCEITOS   Dom Jun 01 2008, 01:39

O QUADRO E OS SEUS MATERIAIS

O componente mais importante da bicicleta é o quadro.

Podes sempre melhorar as outras peças mais tarde, mas um quadro grande e pesado, será sempre um quadro grande e pesado!

O material do quadro da bicicleta tem influência no preço, peso e comportamento.

As bicicletas mais baratas utilizam aço maleável e à medida que o preço aumenta, as bicicletas têm mais chromoly (uma mistura de aço, cromo e molibdênio).

Por exemplo, uma bicicleta pode ter o triângulo da frente (quadro principal) em chromoly enquanto que o triângulo de trás é de aço maleável.

Os quadros todos em chromoly têm tratamentos especiais, como a variação da espessura das paredes em certas zonas, chamada butting, que rouba peso enquanto mantém um elevado grau de resistência.

Os quadros mais caros são feitos de chromoly ainda mais exótico, incluindo alguns ingredientes com características específicas, tais como o alumínio em camadas, a fibra de carbono ou o titânio.

Nos últimos anos o alumínio aumentou a sua popularidade. Os tubos de alumínio tendem a ser super dimensionados: isto é, têm um diâmetro maior do que os tubos em aço. Tal como com o chromoly, os tubos com o processo de construção butting tornam a bicicleta, no geral, mais leve. No entanto, o alumínio mantém-se resistente quando segue este processo de construção, ao contrário do aço chromoly que se torna menos eficaz.

A rigidez do alumínio torna-se também excelente para a aceleração máxima, mas também é mais desconfortável. A maioria das bicicletas de suspensão total já adaptou o alumínio para a construção dos seus quadros.

Nos últimos anos os fabricantes de bicicletas começaram a fazer experiências de quadros com outros materiais, alguns deles bastante exóticos e caros. O Titânio ainda é um material razoavelmente raro e difícil de trabalhar. O resultado é como um bom quadro em chromoly, mas ainda mais leve, mais duradouro e mais confortável.

Por último, a fibra de carbono é de todos os materiais de quadros o que absorve mais as trepidações (nota-se mais nas bicicletas rígidas) e embora não absorva tanto como uma suspensão total, mesmo as feitas em alumínio, espalha as vibrações ao longo de todo o quadro.

Mas quanto a isso, tens de experimentar para perceberes.

Mas atenção, embora as bicicletas de fibra de carbono sejam muito apreciadas pela sua leveza e comodidade, estas não são baratas, no entanto já vão surgindo no mercado opções económicas em bicicletas de carbono rígidas, embora associadas a algumas marcas em expansão.

Em termos de conclusão, é preferível gastar mais algum dinheiro num bom quadro, de preferência de marca de renome, que ofereça garantias e ficar com um grupo de mudanças e equipamento geral bastante inferior do que o inverso.

É que o equipamento vai-se substituindo com o uso, enquanto o quadro raramente se substitui, ou se substitui, perde-se bastante dinheiro.


Última edição por Paulo em Seg Jun 02 2008, 11:14, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Paulo



Número de Mensagens : 57
Data de inscrição : 16/03/2008

MensagemAssunto: Re: AS BICICLETAS: OS SEUS COMPONENTES E CONCEITOS   Dom Jun 01 2008, 01:41

TAMANHO DO QUADRO

É muito importante que a tua bicicleta te sirva, "como uma luva"! Para isso terás de saber qual a medida certa para ti.

Assim, verifica qual a medida que vai do chão até à região entre-pernas, junto à virilha.

Para facilitar a tarefa encaixa um livro entre as pernas, encostando-o à virilha, e segura-o com as pernas fechadas de modo a que a lombada fique na horizontal.

Descalça-te e mede agora a distância que vai do topo superior do livro ao chão.

Agora multiplica essa medida por 0,21 e obtém, assim, a medida do teu quadro, em polegadas (as medidas das BTT‘s por norma são sempre em polegadas, mas há algumas que são em letras correspondentes aos tamanhos S/M/L e nalgumas excepções, XL).

Por exemplo, se a medida da perna que te deu for 90cm, o teu tamanho ideal seria 90x0,21= 18,9 polegadas, ou seja, tamanho 19. No entanto, podem existir outros factores que podem tornar esta regra falível, como a altura excessiva do tronco em relação às pernas. Se for o teu caso, terás depois que jogar com o comprimento do avanço do guiador e a posição do selim, deslizando-o mais para a frente ou mais para trás.


Última edição por Paulo em Seg Jun 02 2008, 11:15, editado 2 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Paulo



Número de Mensagens : 57
Data de inscrição : 16/03/2008

MensagemAssunto: Re: AS BICICLETAS: OS SEUS COMPONENTES E CONCEITOS   Dom Jun 01 2008, 01:43

MUDANÇAS

Os componentes normalmente são feitos por fabricantes diferentes dos que fabricaram a bicicleta. Uma bicicleta pode ter componentes de vários fabricantes. A forma como os diversos componentes se conjugam com o quadro condiciona o desempenho da bicicleta.

"Shimano" é um nome que já ouviste muitas vezes. A Shimano é o principal fabricante de componentes de bicicletas em todo o mundo. Mas a Shimano não fabrica bicicletas, ao contrário do que muita gente julga. Actualmente a Shimano oferece uma variedade de mecanismos de mudanças, sendo os mais populares os passadores RapidFire, que se situam por baixo do punho (ou por cima). A GripShift marcou presença com os punhos rotativos GripShift extremamente populares, e os desviadores ESP. O desempenho dos gripshift é excelente para quem procura uma alternativa à Shimano, e neste caso também temos os da SRAM, sobretudo o grupo XO, que são os mais utilizados, sobretudo para em XC.

Cada vez mais se está a generalizar o uso de 27 velocidades, o que vem facilitar bastante o nosso desempenho e aqui a escolha do número de dentes da cassete, e a pedaleira, também pode influenciar,


Última edição por Paulo em Seg Jun 02 2008, 11:16, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Paulo



Número de Mensagens : 57
Data de inscrição : 16/03/2008

MensagemAssunto: Re: AS BICICLETAS: OS SEUS COMPONENTES E CONCEITOS   Dom Jun 01 2008, 01:43

TRAVÕES

Os travões de cantilever, mais propriamente os modernos modelos V-Brake, são uma boa opção para a maior parte das bicicletas de montanha, porque não são caros, são poderosos e de fácil manutenção.

No entanto existem outras opções que são cada vez mais utilizadas, ou seja, os travões a discos (hidráulicos ou de cabos) e os cantilevers hidráulicos.

Estes sistemas são geralmente mais caros, mas o poder de travagem é incrível!

São altamente doseáveis e extremamente seguros. No inicio, só havia travões de disco nas bicicletas de down-hill, mas devido ao seu grande desempenho, começou-se a generalizar o uso dos travões de disco como equipamento standard de muitas bicicletas de montanha para cross-country, porque estes são mais estáveis perante condições extremas, não só em descidas prolongadas, como também nas maiores adversidades de tempo e de chuva, sobretudo com a lama, mantendo sempre um comportamento de travagem irrepreensível.

Mas atenção: o quadro da tua bicicleta ou a tua suspensão terão que estar preparados para os receber, e terá também que ter uns cubos e uns aros preparados para o efeito.


Última edição por Paulo em Seg Jun 02 2008, 11:17, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Paulo



Número de Mensagens : 57
Data de inscrição : 16/03/2008

MensagemAssunto: Re: AS BICICLETAS: OS SEUS COMPONENTES E CONCEITOS   Dom Jun 01 2008, 01:45

PEDAIS

Encontrará dois tipos distintos de pedais: pedais simples de plataforma com ou sem correias para os pés, ou pedais de encaixe, mais vulgarmente chamados de pedais automáticos, ou SPDs.

Os pedais de plataforma são bons para pedalar normalmente e passear pela cidade. No entanto, qualquer ciclista de BTT experiente dirá que os pedais de encaixe são os melhores.

Um pequeno "cleat" na sola do sapato encaixa no mecanismo do pedal.

Este sistema não só te permite descer com mais segurança, como também a força do seu pedalar é bem mais eficaz, principalmente nas subidas. Assim, dá-te mais potência a pedalar nas subidas e maior segurança nas descidas.

Para desencaixar basta rodar o calcanhar para fora e o pé fica livre. Demora um certo tempo para te habituares a este sistema, geralmente cai-se nas primeiras saídas, mais vezes quando estamos parados do que em andamento, porque quando vamos pôr o pé no chão para pararmos esquecemo-nos que eles estão encaixados. É um procedimento que se tem que tornar mecanizado e instintivo, como o respirar, que nem reparamos que o estamos a fazer.

No entanto, é a melhor forma para quem deseja levar o BTT a sério.


Última edição por Paulo em Seg Jun 02 2008, 11:17, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Paulo



Número de Mensagens : 57
Data de inscrição : 16/03/2008

MensagemAssunto: Re: AS BICICLETAS: OS SEUS COMPONENTES E CONCEITOS   Dom Jun 01 2008, 01:46

PNEUS

Com diferentes padrões de piso os pneus para BTT adaptam-se a diferentes tipos de terreno, desde lama a gravetos soltos, e pedras. Os pneus mais baratos têm um aro de aço, enquanto que os mais caros têm a sua parede lateral em Kevlar, tornando-se mais leves e diminuindo a resistência de sua banda de rodagem. Ultimamente estamos a assistir a uma forte tendência no uso de pneus tubless, ou seja, não necessitam de câmara-de-ar.

Resultado: não se corre tanto o risco de furar, nem de trilhar uma câmara-de-ar que não existe. Proporcionam, também, o uso de pressões mais baixas, o que é de muito agrado para alguns tipos de pisos, pois agarram-se melhor ao chão, tornando-se também muito mais cómodos. Contudo, este tipo de pneu necessita de um aro próprio para serem montados.

Escolhe sempre um desenho de superfície do pneu que mais se adequa ao tipo de piso:

- em terreno seco e duro utiliza um desenho com os sulcos rasos e com pouca separação entre eles;

- em terrenos soltos é preferível ter os sulcos mais separados entre si. Por outro lado, em terrenos húmidos deverás utilizar pneus com os sulcos mais altos e afastados entre si, para permitir um melhor escoamento das águas e das lamas.

Em relação às suas medidas, quanto mais largos maior é a superfície em contacto com o chão, maior é a resistência de atrito, mas também maior é a sua comodidade e segurança nas curvas. Um pneu mais fino cria menor atrito, proporcionando maiores velocidades, mas também um menor grau de aderência ao solo. Passa com os seus dedos nos sulcos do pneu para te aperceberes da maciez da borracha utilizada.

Quanto mais macia menor é a sua vida útil, mas melhor é a sua aderência e melhor é a sua segurança.


Última edição por Paulo em Seg Jun 02 2008, 11:18, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Paulo



Número de Mensagens : 57
Data de inscrição : 16/03/2008

MensagemAssunto: Re: AS BICICLETAS: OS SEUS COMPONENTES E CONCEITOS   Dom Jun 01 2008, 01:46

SELINS E ESPIGÕES

Cada vez mais os selins são mais ergonómicos. Escolhe um que seja cómodo. Se és daqueles que costuma fazer muitos quilómetros seguidos em cima da bicicleta escolhe um que seja estreito e leve, mas se gostas de dar apenas umas passeatas convém então escolher um que já seja mais largo.

Para as senhoras, quanto mais largo melhor. Depois de sentado, certifica-te de como a tua inclinação está. Em descida de montanha alguns ciclistas poderão utilizar o nariz do selim mais levantado, obrigando assim o corpo a descair mais para trás, buscando uma melhor posição para fazer as descidas.

Para determinar a altura correcta do teu selim em relação à bicicleta deverás medir o comprimento da sua perna (explicado no item "Tamanho do Quadro") e multiplicando esse valor por 0,88. O resultado deverá ser a medida que vai do centro do eixo central ao ponto médio da superfície do selim.

Se quiseres obter mais conforto numa bicicleta rígida poderás optar por um espigão com amortecedor. Apesar deste te dar um pouco mais de conforto, esta situação NUNCA poderá ser comparável ao conforto dado por uma bicicleta de suspensão-total, porque este é um mundo completamente à parte.

Não te esqueças de reservar sempre uma margem de segurança de comprimento do tubo, geralmente marcada no espgão de selim, a que irá ficar dentro do quadro, sendo geralmente igual a 8cm.


Última edição por Paulo em Seg Jun 02 2008, 11:19, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Paulo



Número de Mensagens : 57
Data de inscrição : 16/03/2008

MensagemAssunto: Re: AS BICICLETAS: OS SEUS COMPONENTES E CONCEITOS   Dom Jun 01 2008, 01:47

SUSPENSÕES

Hoje em dia ter uma suspensão na bicicleta já não é um luxo. Se queres gastar pouco dinheiro, poderás optar por uma suspensão de funcionamento a elastómeros (pequenos cilindros de borracha).

Se és um adepto incondicional do Cross-country (XC) então com certeza que vais querer uma suspensão leve, preferencialmente que trabalhe a ar/óleo, e que tenha um curso reduzido entre os 80 mm e os 100 mm.

Mas se és do tipo de subir todo o tipo de terrenos e de fazer umas brincadeiras já poderás escolher uma suspensão também leve, mas com funcionamento a ar/óleo ou óleo/molas, sendo estas mais sensíveis que as primeiras e mais pesadas e para estas situações já necessitas de um curso de pelo menos entre os 100 mm, e os 120 mm.

Mas se é um free-rider incondicional, o peso já não será grande problema e definitivamente optarás pelo sistema óleo/mola, possivelmente por uma dupla coroa, e por um curso acima dos 125 mm.

Mas se queres tudo, já encontras suspensões que permitem bloquear ou mesmo reduzir o seu curso, mesmo em andamento, tornando uma suspensão de Free-Ride (FR) idêntica às de XC e facilitando-nos numa subida mais inclinada, ao mesmo tempo que também modifica um pouco a geometria global da bicicleta em relação ao solo.

Regula a suspensão ao teu estilo de condução, e ao teu peso, através dos reguladores da pré-carga e do retorno. Geralmente elas já vêm de fábrica reguladas para um peso entre 65 e 78kg.

Regula a pré-carga de modo a que quando te sentares na bicicleta haja um afundamento inicial da suspensão (SAG) de cerca de 1cm.

Ajusta a velocidade de recuperação (rebound) dura e lenta para subidas, rápida e mole para descidas ou pisos muito irregulares. Ficará assim apta a responder a qualquer impacto.

Muda o óleo da tua suspensão uma vez por ano se andares regularmente, e várias vezes por ano se fizeres competição, ou se lhe deres um uso mais extremo e frequente.


Última edição por Paulo em Seg Jun 02 2008, 11:20, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Paulo



Número de Mensagens : 57
Data de inscrição : 16/03/2008

MensagemAssunto: Re: AS BICICLETAS: OS SEUS COMPONENTES E CONCEITOS   Dom Jun 01 2008, 01:48

AMORTECEDORES

O amortecedor só existe nas bicicletas de suspensão-total, e é o órgão que faz mover o triângulo traseiro de um quadro. É ele que "transforma" um piso irregular num caminho suave e cómodo. É também ele o responsável por nos proporcionar muito maior segurança nas descidas, pela transposição facilitada de obstáculos e pela criação de muito mais diversão e adrenalina.

Existem amortecedores de mola e de ar, sendo estes bem mais leves, mas deixando os de mola mais sensível e de maior tacto. Assim se explica porque é que todas as bicicletas de Down-Hill (DH) os utilizam.

Para uma bicicleta de XC, ou para quando procuramos leveza, a opção é ar comprimido. Ultimamente até têm construído amortecedores de ar muito sensíveis, com uma sensibilidade muito idêntico aos de mola. Os amortecedores também deverão ser regulados como as suspensões (embora não seja tão fácil) na pré-carga ou compressão, e na velocidade de recuperação ou retorno.

Alguns amortecedores até permitem ser bloqueados em andamento, o que será de grande ajuda nas subidas, evitando assim um ligeiro bombear do triângulo traseiro quando se pedala energicamente, transformando a nossa bicicleta quase numa rígida.

Se és um XC/FR regula o amortecedor da seguinte forma:

- mede o curso do amortecedor. Ao sentares o afundamento inicial do amortecedor (SAG) deverá situar-se entre os 10 e os 20% do curso total do amortecedor, conforme o teu tipo de pedalada e gosto pessoal. De outro modo, se fores um aficionado do FR/DH, o SAG deverá situar-se entre os 25 e os 35% do curso total.

Não confundamos outro conceito:

- ao contrário do que acontece nas suspensões, os amortecedores estão integrados no quadro, fazendo com este uma estrutura completa. Por isso, o curso real de uma suspensão traseira (amortecedor + triângulo traseiro do quadro) não coincide geralmente com o curso total do amortecedor. Tudo depende do desenho da secção traseira de uma bicicleta. Um determinado amortecedor poderá trabalhar em bicicletas distintas, obtendo com elas cursos de amortecimento muito diferentes.

Quanto à sua manutenção,...nem tentes desmontá-lo! Envia-o simplesmente para o seu representante ou desloca-te á loja que presta assistência técnica.

Agora não confundas: as Suspensões utilizam-se na frente (suspensão dianteira), os Amortecedores utilizam-se atrás, formando com o triângulo traseiro da bicicleta a suspensão traseira.


Última edição por Paulo em Seg Jun 02 2008, 11:20, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Paulo



Número de Mensagens : 57
Data de inscrição : 16/03/2008

MensagemAssunto: Re: AS BICICLETAS: OS SEUS COMPONENTES E CONCEITOS   Dom Jun 01 2008, 01:49

SUSPENSÕES TOTAIS

As bicicletas de suspensão total (FS - Full Suspension) irão ser o futuro. Cada ano que passa são mais acessíveis aos nossos bolsos e as dúvidas se devemos ou não trocar a nossa actual rígida por uma FS é cada vez mais frequente. O grande sucesso destes modelos têm que ver com o conforto que proporcionam, dando-nos também muito maior segurança nas descidas, atingindo velocidades mais elevadas, ajudando-nos nas subidas mais técnicas com a transposição facilitada de imensos obstáculos, e proporcionando-nos muito mais diversão e adrenalina.

No início o conforto era a sua única vantagem, já que os sistemas de amortecimento eram bem mais pesados e produziam perdas de rendimento quando se faziam subidas. Actualmente tudo isso está ultrapassado.

As FS pesam um pouco mais que as rígidas e os sistemas de amortecimento evoluíram muito, ultrapassando largamente em muitos aspectos o desempenho das rígidas. Poder-se-á dizer que um dos maiores trunfos das FS é a segurança que proporcionam ao ciclista. No entanto a "guerra" entre os defensores de bicicletas rígidas (HT - Hard Trail) e os de bicicletas de suspensão-total (FS) ainda irá perdurar por muitos anos.


Última edição por Paulo em Seg Jun 02 2008, 11:21, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Fernando Simões



Número de Mensagens : 834
Data de inscrição : 15/03/2008

MensagemAssunto: Re: AS BICICLETAS: OS SEUS COMPONENTES E CONCEITOS   Dom Jun 01 2008, 18:45

Excelente pesquisa Paulo.

Parbéns.

Fernando Simões
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




MensagemAssunto: Re: AS BICICLETAS: OS SEUS COMPONENTES E CONCEITOS   

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
AS BICICLETAS: OS SEUS COMPONENTES E CONCEITOS
Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo 
Página 1 de 1
 Tópicos similares
-
» ovos de tartaruga
» Como montar um Aquário Marinho
» Porque não se deve usar os blocos de calcio para tartarugas vulgarmente a venda
» Torre de Londres e os seus Corvos
» Meu Aquário 490 litros e seus habitantes!

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
BTTdaVinha :: BTT em Geral :: Bikes-
Ir para: